sexta-feira, 16 de julho de 2010

DIRETO DE CUIABÁ, MATO GROSSO!


Houve um tempo em que me ofereci para trabalhar de graça. Sim, de graça. Sem salário ou qualquer benefício, apenas para demonstrar capacidade e qualidade capazes de, no mês seguinte, me assegurar um emprego. Não me lembro de quantas portas foram fechadas. O não era como um eco que insistia em propalar-se. Minha cabeça, nessas horas me impelia a aceitar qualquer coisa. Esqueci o tempo dos bancos escolares, dos estágios, dos cursos extracurriculares. Tudo o que queria era uma oportunidade.
Quando Luiz Inácio Lula da Silva propôs a criação de empregos os céticos zombaram como se o sonho fosse uma quimera. Passados alguns anos, a economia melhorou e começaram a surgir oportunidades. Retomaram-se os cursos profissionalizantes e o país, nesse momento, é um canteiro de obras. Usinas hidrelétricas, rodovias, ferrovias em construção ou sendo reformadas. A construção civil está em ebulição, um boom ocorre no segmento. A indústria readmitindo e o campo produzindo muito e gerando empregos e renda para a sociedade.
A história, no entanto, é lição que não pode ser esquecida e por isso, com a credibilidade do governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores apresenta Dilma Roussef como continuadora dos projetos e programas de Lula e com a determinação de ampliar as conquistas, como o PAC e o programa Minha Casa, Minha Vida.
Ainda me lembro das filas de desemprego e de quem era o governo da época, por isso, nada de Lero-Lero que Quero Presidente. Não me entusiasmam essas propostas mirabolantes. Quero sim, um Brasil mais igualitário. Meu voto e de tantos outros brasileiros se destina a afastar o fantasma. Nunca mais aos vendedores de ilusões.
POR Hilda Suzana Veiga Settineri

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...