quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Uma nova luz

Neste dia, depois de infindáveis outros, começa uma nova história do custo da energia elétrica no Brasil.


Parecia algo impensável.

Construímos tantas usinas, melhoramos a distribuição e nunca a tarifa de energia elétrica mostrava qualquer sinal de sofrer redução. 

Sem varinhas mágicas  a Presidenta Dilma, em esforço hercúleo aceitou o desafio de reduzir a tarifa.  

Houve a necessidade de uma reengenharia, não sendo apenas ato que poderia ser caracterizado por um “canetaço”. 


A redução é muito significativa e vai ajudar a milhões de famílias que terão ao final do mês essa econômica podendo ser direcionada para outros fins, como alimentação, educação, saúde, lazer, entre outros fins. 

No que se refere as pessoas jurídicas essa redução do apetite fiscal oportuniza uma série de vantagens, entre elas, a utilização dessa referência para reduzir o custo de seus produtos e promover a expansão da base de consumo, o que significa garantia de empregos e novas oportunidades de trabalho. 

Repare bem que é uma redução de tarifa e não uma ordem de consumo. Isso significa que a sociedade brasileira deve continuar a buscar a otimização do consumo com aparelhos e lâmpadas mais eficientes. 


Por outro lado, a tarifa poderia ser menor se alguns Estados tivessem uma tributação sobre esta base de consumo menor.  

Resistência existe.

O próprio setor energético não se manifestava simpático a essa redução e tão logo anunciada teve de realocar suas despesas.

Interessante observar é que na ponta, o consumidor efetivamente seja beneficiado.

Necessita sim, ser creditado essa conquista ao esforço e a decisão da Presidenta Dilma, para o bem de todos os brasileiros e que temos o orgulho de dizer:

É DO PT.


Hilda Suzana Veiga Settineri [Editora do Terra Brasilis - MT]

9 comentários:

Claudio disse...

Realmente o modelo do PT é tão diferente que usa acento circunflexo. !

Diógenes Afonso disse...

De fato, caro Cláudio [seu nome, pelas regras oficiais de acentuação, deveria ter acento agudo], quem produziu esta imagem cometeu um equívoco de acentuação. A editora Hilda não deve ter percebido. De qualquer forma, já foi corrigido e ficamos gratos pela observação feita.

Não vou discutir que um erro gráfico de uma palavra nada tem a ver com o conceito dela neste caso específico. Com acento ou sem acento, o modelo do PT é, de fato, diferente. O povo sabe disso. Tanto que este modelo foi eleito, reeleito e emplacou uma sucessora.

Ah... Não se deve combinar ponto com ponto de exclamação em um mesmo enunciado, como você fez.

Grato e abs!

GUERRILHEIROS VIRTU@IS disse...

Sr. Cláudio (quem sou eu para contrariar o Professor DiAfonso kkk)Realmente vi o erro ao colocar a imagem para nossa Guerrilheira mas não achei-o relevante, afinal nesta época de alterações em nosso vernáculo, usar um acento que caiu em um ajuste anterior não pareceu importante (modêlo tinha acento para diferenciar de modelo - do verbo modelar).
Agradeço ao Professor a correção, aproveitando para pedir uma à ele: Hilda Suzana Veiga Settineri - [Editora do Terra Brasilis - MT]

Atenciosamente (com um abração para nosso Editor Chefe)

SAROBA - Guerrilheiros Virtu@is

Diógenes Afonso disse...

Devidamente corrigido, "Cumpadi" Saroba.

Eu me pergunto por que danado eu pus MS ao invés de MT! rsrs

Abração!

GUERRILHEIROS VIRTU@IS disse...

Ora, Cumpadi, Maridão Saroba, com certeza... (MS)! kkkkkkkkkkkkkkkk

Diógenes Afonso disse...

kkk agora deu a mulesta... kkkk é MS OU MT?

GUERRILHEIROS VIRTU@IS disse...

MT, cumpadi, mas deixa eu complicar... KKKK Ótimo 'findi' procê!
(findi em gauchês é fim de semana!)

Cláudio (com acento) disse...

Se fosse o PSDB que tivesse escrito errado conserteza iriam reparar o erro. Mas esse é o "modêlo" alienado dos petistas fanáticos. Lula ,o presidente "popstar", fez um trabalho muito bem feito. Não sou ligado a nenhum partido, sou realista.

Diógenes Afonso disse...

Caro Cláudio,

Evidente que ninguém aqui está discutindo o livre-arbítrio de quem quer que seja em seguir ou não seguir uma linha ideológica, política ou partidária. Você foi quem saiu de seu cantinho para tercer uma crítica ao modelo de gestão do PT a partir de um erro de acentuação gráfica.

Esse não é o melhor caminho para um debate político, já que você seria desmistificado exatamente por erros que, segundo a norma dita culta, cometeu no comentário anterior e neste volta a cometer ["conserteza"*].

A menos que queiram enveredar por esse discurso, eu não me pauto, neste ambiente internético, por essas questões do vernáculo [leia, se desejar, NOTA DA EDITORIA-GERAL: SOBRE OS TEXTOS ESCRITOS NO TERRA BRASILIS].

Você diz que é "realista" e eu fico me perguntando em que tipo de realidade você está vivendo, se está lendo os indicadores econômicos, se está percebendo que há avanço nas conquistas sociais [mobilidade social e educação, só para citar alguns aspectos do referido avanço].

Bom... É isso. O Terra Brasilis está aberto à discussão, desde que tenha argumentos.

* a expressão deve ser grafada assim: COM CERTEZA

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