sábado, 24 de novembro de 2012
Boris Casoy e Band são condenados a pagar R$ 21 mil a gari ofendido
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Comentário deixado na "PEÇA DE DEFESA DE BORIS CASOY", advogado por FÁBIO PANUNZIO
Fábio Pannunzio
Por Dulce Leão, do Portal Luís Nassif
Jornalista Fábio,
há algum tempo reportei-me ao Jornalista Boechat (claro, não obtive resposta, talvez porque a editora chefe seja sua amiga), sobre um comentário realizado no ar, em matéria da sua lavra e apresentação.
Não precisamos ser purista...mas não acho necessário ouví-lo, no telejornal, dizer que a "Senadora armou "sacanagem" no senado, ao impedir votação de matéria" (algo parecido a isto).
Um PROFISSIONAL quando fala para câmera, sabe que tem audição, caso contrário estaria em casa. Não é JUSTO achar que a "platéia" queira ouvir "circo" na hora do telejornal. COMEDIMENTO É BOM E FAZ BEM.
Mas não tirei-lhe o crédito PROFISSIONAL, que na verdade resume-se em "CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA". Por enquanto !
Baseado neste, acabei "topando", e na internet topamos com tudo, com a sua defesa do Jornalista Boris Casoy.
Lí, relí, passei o vídeo de novo, mais uma vez, e destaco parte do seu texto:
"E nenhuma voz se levantou até agora para dizer que esse exagero não encontra justificativa no que foi dito, no que vazou, nem na maneira como o raciocínio dos apresentadores foi esboçado."
"Nenhum" se levantou, porque "NENHUM" É OTÁRIO. Porque telespectador não aceita "nenhum" dizer que o BRASIL INTEIRO ESTÁ "PENSANDO" ERRADO, OU OUVIU "ERRADO"
"O diálogo permite várias interpretações diferentes."
Você está se "candidatando" a "NENHUM" ? Ou foi "escalado" para tal ?
"Segundo a Vanessa Kalil, que é minha amiga querida e é também a editora-executiva do Jornal da Noite, o sentido verdadeiro não era o que foi abstraído pela opinião pública."
Que bom que você tem uma amiga querida como editora, MAS ELA NÃO LHE GARANTIRÁ AUDIÊNCIA, E "EU" GARANTIA !!! E quanto ao "verdadeiro sentido abstraído pela "opinião pública"...Quem lhe deu "autoridade" para falar, e "interpretar" a "opinião pública?
"O que ele estaria querendo dizer é que havia restado aos garis, que estão na base da pirâmide social, dar a mensagem de boas festas naquela edição do telejornal"
Justamente por estarem na "base da pirâmide social", os dois trabalhadores mereciam : "MAS QUE MERDA"...(Bóris Casoy) ???
É assim que na BAND se retribuí "BOAS FESTAS", de TRABALHADORES humildes, mas EXTREMAMENTE ÚTEIS À SOCIEDADE ?
Desejo, sinceramente, que VOCÊS RECEBAM UM BELO PROCESSO (que você sabe ser viável), e o "MR. MERD" tenha um BAITA PREJUÍZO FINANCEIRO, NA JUSTIÇA.
No Rio de Janeiro temos um símbolo: Renato Sorriso. GARÍ, digno e sambista. Como pode ver, o seu colega não é sambista, nem digno...e para piorar, NEM SERVE PARA GARÍ (porque no Rio/RJ só concursados..."NÃO BASTA SER SUPER-AMIGO DA EDITORA, NÃO!)
Como você pretende CONVENCER O BRASIL QUE PENSAMOS ERRADO... talvez entenda melhor a "língua do "clic"...CLIC! MUDEI DE CANAL...NEM BANDNEWS !!!
Atenciosamente,
Dulce Leão
P.S. Não trabalho na limpeza urbana. Ah...uma pena para sua "peça de defesa", é que EU SEI INTERPRETAR TEXTO, E ENTENDER VÍDEOS.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Entre a Falha TÉCNICA e a Falha MORAL
O jornalista e “âncora” Bóris Casoy parece ter atingido o seu apogeu com as declarações preconceituosas contra dois garis que participavam das vinhetas de "boas entradas de ano" veiculadas pela BAND. Embora grande parte da mídia tenha tratado o fato com frieza, acriticismo e certa cumplicidade, a Blogosfera o repercutiu de forma enfática, ora reproduzindo o episódio simplesmente, ora fazendo severas críticas não só à atitude do apresentador, como também à própria BAND, exigindo desta uma punição severa para Bóris Casoy.
A Blogosfera fez o seu papel ao rechaçar o comportamento desprezível de um sujeito que, até então, fazia ecoar seu halo de homem virtuoso, justo e implacável com os desmandos da vida política nacional, sobretudo. O que sobra do bordão “Isso é uma vergonha!”? O que resta agora não é outra coisa a não ser o uso de uma frase de efeito dita por alguém que carrega dentro de si a arrogância e o desprezo pelo outro. A frase, se expressada por Bóris, não tem mais vida... Ela morreu.
Mas ainda há algo que a Blogosfera precisa discutir urgentemente. Refiro-me à origem de todo o episódio e às conseqüências gravíssimas que podem atingir quem contribuiu, decerto involuntariamente, para que o fato fosse repercutido. Refiro-me ao operador de áudio ou técnico com esta função. Será que Bóris o tratou com amabilidades? Exigiu a cabeça do funcionário incompetente e pertencente a uma escala de trabalho inferior à escala a que pertence o “âncora”? Temo que este trabalhador já não esteja mais no quadro funcional da Band. Por que ele não haveria de estar? Simples: ele causou danos terríveis à imagem da emissora, quando possibilitou que um outro funcionário mais graduado, como é o caso do Bóris Casoy, revelasse os seus sentimentos mais íntimos de desprezo por certa classe social, ofendendo torpemente quem dela faz parte.
A proposta de inclusão que a Band quis mostrar com a participação dos garis foi maculada e perdeu essência com a falha do descuidado técnico de áudio. Foi ele a ponte que deu vazão aos comentários preconceituosos do jornalista e apresentador Bóris Casoy e como tal deve ser advertido, sim. Vale dizer que a advertência é um mecanismo justo porque houve um falha que comprometeu a emissora diante de seu público. A advertência deriva, então, de uma FALHA TÉCNICA. Já quanto a Bóris Casoy, o afastamento é a única saída, caso a BAND não deseje ver o seu programa jornalístico perder a credibilidade que já vem sendo arranhada pela parcialidade com que trata determinados fatos políticos. O afastamento, no caso de Bóris deriva, então, de uma FALHA MORAL, pois tem a ver com a falta de respeito ao outro e às diferenças existentes na arquitetura social.
*Editor-geral do Terra Brasilis.
sábado, 2 de janeiro de 2010
DO ALTO DAS MINHAS VASSOURAS...
Tem neguinho que sabe me tirar do sério.
Assisti ao vídeo que o Bóris Casoy diz:
"Que merda! Dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras... O mais baixo na escala do trabalho..."
Merda? Merda é eu ter que ligar minha TV e ver a cara de um sujeito desses tentando se retratar publicamente no primeiro dia do ano, dizendo:
"Ontem, durante o intervalo do 'Jornal da Band', em um vazamento de áudio, eu disse uma frase infeliz, que ofendeu os garis. Por isso, quero pedir profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do 'Jornal da Band'."
Agora eu pergunto: Esse arrependimento é real? Sincero? Coisa nenhuma. A única sinceridade que existe aí é a de que ele se arrepende, não pela ofensa, mas, certamente, pelos microfones estarem ligados, ele se arrepende de arranhar sua imagem pública e teme prejudicar a audiência do canal. No mais não há arrependimentos.
Gente como o Bóris não acha que os indivíduos sejam diferentes: eles têm certeza!Claro que não vamos isolar o Bóris, infelizmente, um grupo enorme o acompanha e se diverte diariamente com esse tipo de piada, um grupo que evoluiu nos mais diversos aspectos: social, cultural, científica, política e financeira e, por isso, julga-se melhor e mais digno de credibilidade que todos aqueles que “ficaram para trás”.
Julgar-se superior torna a pessoa mais segura? É o que parece na maioria das vezes. Muita gente, para sobressair só conhece um caminho: rebaixar o outro. Um sujeito que nunca tirou o lixo da sua própria casa, certamente, não sabe o que é passar dias e noites com aquele cheiro do lixo dos outros impregnado, não só nas roupas, mas no corpo inteiro, exalando pelos poros. Eu não sei o que é isso. Mas penso que não é uma escolha, nenhuma criança na escolinha, nas aulas de profissão diz:
- Quando eu crescer quero ser gari!
Mas nem sempre a vida nos dá opções e, às vezes, essa surge como uma grande oportunidade para construirmos uma vida digna e dar aos nossos filhos melhores oportunidades. É um trabalho honesto. Nunca é vergonha trabalhar. E é isso que todos deveriam ensinar aos seus filhos, é isso que o Bóris deveria ter aprendido, algum dia, para não se dar o direito de dizer em rede pública um absurdo daquele. A dignidade está no trabalho e não no tipo de profissão, porque precisamos dos garis, como precisamos dos médicos, dos apresentadores de jornal, dos taxistas, das professoras, dos padeiros, dos caminhoneiros, dos dentistas, das empregadas domésticas e todos mais. Precisamos de todos esses profissionais, então, deveríamos parar um pouco, aproveitar que é início de ano e as pessoas estão mais dispostas a mudanças e pensar duas vezes antes de fazer piada com o que é importante para todos, com o que faz parte do que somos.
Eu quero apagar da minha memória as risadas e a frase estúpida do importante bóris casoy, o mais rápido possível, e quero lembrar durante todo o ano o sorriso sincero e a esperança nos olhos dos GARIS ao me desejar Feliz Ano Novo. Do alto de suas vassouras eles sabem o que é a vida e o que é desejar, a cada ano, que ela seja melhor. Eu compartilho dessa expectativa.
Eu ergo todas as vassouras da minha casa e do alto delas afirmo: Eu quero guardar o que vale a pena e varrer o que é, verdadeiramente, um lixo.
Adélia Carvalho
São todos Bóris Casoys
Na noite de sexta-feira, o âncora de um telejornal da TV Bandeirantes, Bóris Casoy, teve que apresentar pedido de desculpas por comentário ofensivo que fez a dois varredores de rua (garis) durante a apresentação de reportagem da emissora da família Saad em que estes trabalhadores desejavam boas festas ao público.
O jornalista teve que pedir desculpas aos telespectadores e aos garis porque não se deu conta de que o áudio estava ligado durante o intervalo comercial, enquanto ele fazia um comentário absurdo sobre os garis, ridicularizando a profissão deles e desdenhando de seus votos de bom Ano Novo.
Conheci Bóris Casoy pessoalmente faz cerca de nove anos. Foi num evento promovido pela Folha de São Paulo em comemoração aos 80 anos do jornal. O então ombudsman da Folha, Bernardo Ajzemberg, foi quem me convidou. Eu era um dos leitores mais publicados na seção de cartas daquele veículo.
Até então, jamais tinha visto um político na frente, apesar de todos os dias escrever artigos sobre política tanto quanto hoje, os quais enviava para listas de e-mails e para sites como o Observatório da Imprensa. Assim sendo, naquele evento me senti como uma criança na Disneylândia.
Estacionei na garagem da Sala São Paulo, elegante complexo de convenções que fica no centro velho da capital paulista, próximo à Estação da Luz (uma estação ferroviária), paradoxalmente localizado numa região da cidade conhecida como “Cracolândia” por abrigar toxicômanos, população de rua, prostitutas e travestis.
No elevador que de fato me elevava do subsolo até o primeiro piso, onde acontecia o evento, encontrei com José Sarney e com Claudio “elite branca” Lembo. Dali em diante, digo que estavam TODOS os políticos por lá, inclusive do PT.
Lembro-me bem de como Eliane Cantanhêde, que trocou algumas palavras comigo, paparicou a então prefeita Marta Suplicy quando ela apareceu. E de como Clóvis Rossi fez trocadilho com as iniciais que eu usava ao assinar textos rápidos, EG. Rossi fez trocadilho com EJ, de Eduardo Jorge, ex-secretário de FHC então metido num escândalo rumoroso.
No mais, apesar de se mostrarem condescendentes com seus fãs – e eu, de alguma forma, era um deles, pois acabara de trocar o Estadão pela Folha atraído pela então maior pluralidade deste jornal –, aqueles colunistas e apresentadores de tevê ou rádio que ali estavam, bem como os políticos, portavam-se todos como verdadeiros demiurgos em meio à ralé mortal.
Devido ao ar de superioridade condescendente daquela fauna política e jornalística que, na melhor das hipóteses, tentava sorrir com uma amabilidade absolutamente enfadada para os convidados, decidi aproveitar para saber mais sobre ela, puxando conversa com aqueles que me interessavam mais.
Falei com José Genoino, com Ciro Gomes e com Marta Suplicy... Ah, e com o Paulinho da Força Sindical. Além dos políticos, falei com Clóvis Rossi, Eliane Cantanhêde, Fernando Rodrigues e outros jornalistas, incluindo um que se portou como um verdadeiro animal comigo, o tal de Bóris Casoy.
Aproximei-me dele enquanto conversava com um grupo. Fiquei de lado esperando uma brecha para cumprimentá-lo e talvez perguntar alguma coisa, pois pretendia escrever um “post” sobre aquela experiência. Travou-se, então, o seguinte diálogo:
- Boa tarde. Gostaria de cumprimentá-lo, sou espectador de seu telejornal.
- Você é uma pessoa de muita sorte, então.
Com essa resposta, Casoy me deu as costas e continuou conversando com seu grupo.
A verdade, meus caros, é que esses colunistas, âncoras de telejornal, apresentadores de programas jornalísticos, a fauna midiática, enfim, acredita-se superior ao “resto” da sociedade. São todos iguais, com poucas exceções. Eles se sentem mesmo superiores e não é só em relação a garis. Pessoas comuns como nós são vistas por eles como algo que tiraram dos ouvidos ou do nariz.
Agora, vocês imaginem uma emissora de televisão aberta, uma concessão pública, ter um sujeito como Bóris Casoy – que, para mim, é um sociopata – dando suas opiniões vulgares, arrogantes, facciosas como se fossem as pérolas definitivas do pensamento humano, todos os dias, em horário nobre. É uma ameaça à sociedade dar esse espaço tão importante a gente com esse caráter.
E alguém acha que Willian Bonner é diferente? Este, por sua vez, chamou seus telespectadores de Homer Simpson, numa alusão a uma suposta baixa capacidade intelectual deles. Despreza seu público de forma acintosa e a impressão que se tem é a de que se gaba de que este não nota.
Mas o interessante é que quando Casoy me destratou naquele evento da Folha, fiquei pensando comigo, depois ao chegar em casa, que uma pessoa pública com aquela postura arrogante, animalesca, algum dia seria desmascarada. Acredite quem quiser: eu pensei isso de verdade.
Porque é muito simples, pessoal: o sujeito pode enganar algumas pessoas por muito tempo ou muitas pessoas por algum tempo, e, inovando no dito popular, pode enganar muitas pessoas por um bom tempo, mas é certo que não poderá enganar a todos para sempre. Sobretudo hoje em dia, com a internet.
Uma Resposta ao Casoy!
Sr. Casoy,
Do alto de suas vassouras.
Dos cabos de suas chaves inglesas.
De seus espanadores.
De suas macas e termômetros.
Dos cabos de suas panelas.
Garis.
Mecânicos.
Faxineiras.
Enfermeiros.
Empregadas Domésticas.
Como cidadãos brasileiros e com pleno direito de voto, irão continuar a mudança da imagem deste País! Independentes de sua canalhice branca! Independentes de seu Apartheid e preconceito.
O Cão Branco ladra e a caravana do povo passa!
* Co-editor do Terra Brasilis
Boris Casoy: desculpas que não convencem

Por ter exposto o seu modo preconceituoso de ver os garis (AQUI), Boris Casoy se viu forçado a pedir desculpas publicamente àqueles que, do "alto de suas vassouras", fazem um trabalho digno: limpar as ruas. Com um inconsistente pedido de desculpas, o jornalista da Band pretendeu passar uma borracha no que setores da mídia consideraram uma simples gafe. Para Boris, o que foi proferido no intervalo do Jornal deve ser relegado a "... uma frase infeliz que ofendeu os garis..." e, desse modo, só lhe restava pedir "profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do Jornal da Band".
Alguém poderia afirmar que ele se desculpou e isso já seria o bastante para esquecer o episódio, pois errar é próprio da condição humana ou coisa do gênero. Evidente que estamos sujeitos, como humanos que somos, a cometer impropriedades com o outro, porquanto, muitas vezes, os preconceitos existem adormecidos dentro de nós e deles não nos apercebemos até o momento em que eles se manifestam com cara de sono.
A questão é: em que esse brevíssimo pedido de desculpas (ver vídeo abaixo) muda a abjeta atitude do apresentador e o que ele parece alimentar em sua alma elitista e cheia de "dignidade"? A meu ver, nada. Não muda nada. O que o "âncora" do Jornal da Noite expôs nos bastidores do programa jornalístico sob o seu comando constitui-se, de fato, numa odiosa e desprezível visão contra determinada classe social. Um permanente e visceral ódio de classe foi o que Boris realmente expressou com sua "frase infeliz". Não foi um comentário recheado de inocência.
Para que não fique a ideia de que não sabemos perdoar o erro do outro, devemos nos perguntar: e se o microfone não estivesse aberto e a sanha preconceituosa de Boris não tivesse vindo a público? Haveria pedido de desculpas? Eu, particularmente, tenho minhas profundas dúvidas de que isso viesse a ocorrer...
Reflitam sobre o que disse Boris Casoy à Folha e tirem suas conclusões:
"Foi um erro. Vazou, era intervalo e supostamente os microfones estavam desligados"
* Editor-geral do Terra Brasilis.
Boris Casoy, o Filho do Brasil
Jornalismo de Merda!
Por Reinaldo (o Outro), do Portal Luís Nassif
O mais bem avaliado presidente da história deste país disse outro dia "que queria tirar o povo da merda". Em seguida acrescentou que os comentaristas da imprensa iriam repercutir a "merda", mas que tinha consciência de que eles falam mais "merda" do que ele todo dia, além de "ter consciência de como vive o povo pobre desse país".
Lula é profético! A imprensa se atirou na "merda", mas teve que engolir cada "monte" diante da imensa popularidade de Lula dentro e fora do país. Cada homenagem feita a Lula ajuda a afundar tais "comentaristas" da IMPRENSA MARROM na fossa comum do jornalismo de esgoto.
Ontem foi a vez de Bóris Casoy, um aborto da Diáspora e da Revolução Russa. Representa a "elite branca de São Paulo" e sua frase reflete o que pensam os que se pensam "donos" do Brasil:
"Que merda! Dois lixeiros desejando felicidades... do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho..." (Boris Casoy - 31/12/2009 - Jornal da Band)
Sua escala de valores tem a cara da "elite branca" tantas vezes criticada por Lula. Parece que, junto ao preconceito social que torna garis e faxineiros personagem a eles invisíveis, também há um resquício de rancor. Quem me garante que Casoy não tenha em suas origens o trabalho "indigno" dos judeus de Jerusalém, no ano de 705 DC?
"Desde o tempo do califa Abdel-Malik em diante, os judeus estavam entre aqueles que guardavam os muros do Domo da Rocha. Por isso, eles não precisavam pagar o imposto cobrado de todos os não-muçulmanos. Os judeus eram encarregados de limpar o lixo da área "haram" (impura para muçulmanos)". Lá se vão 1305 anos, mas não me furto ao pensamento sombrio: um "patriarca" da família de Boris desejando felicidades no Rosh Hashana e dizendo: "זה בושה וחרפה!" (Isto é uma vergonha!).
Estou mesmo "fulo" da vida por conta de meu primeiro contato com a internet neste ano... Logo de cara ouvindo um "jornalista de merda" falar uma atrocidade destas. Mas, o pior não é ouví-lo dizer o que disse; é saber que ele e muitos outros estúpidos e idiotas pensam da mesma forma.
Não me contive e fiz o cadastro no site da Band para reclamar... Postei e o comentário não foi aceito, porque era uma "reclamação". Fiz de novo, desta vez como "elogio" e o comentário passou... Sei que não vão lê-lo por lá, mas aqui ele fica registrado, do jeito que minha raiva me permitiu escrever:
"Boris Casoy não esconde sua falta de caráter. Não que o povo brasileiro espere tal qualidade em um reles representante da "elite branca" deste país, mas cauuou-nos absoluta repugnância mais uma de suas intervenções. Realmente é uma vergonha!
Que João Saad (Johnny) defenda seus interesses e seu candidato José Serra, tudo bem. Sabemos quem são os Saad e os Casoy da vida, mas antes de tudo somos o povo brasileiro, formado por garis, faxineiros, mecânicos, pedreiros, porteiros etc. Somos a maioria! Lamentavelmente temos visto a Rede Bandeirantes descambar para o "quatrocentismo" da "elite branca paulista", que imagina-se superior aos demais brasileiros.
A verdadeira face de Boris Casoy não nos surpreende, tanto quanto não nos supreende que um programa como o CQC seja arma política deste mesmo grupo, ou que a "opinião" do latifundiário Saad seja colocada contra o Movimento dos Sem Terra.
Quero apenas deixar manifesto o meu repúdio à opinião de Boris Casoy e esclarecer que, do alto de suas vassouras os garis brasileiros são mais dignos de respeito e consideração que este sujeitinho podre; lixo que deveria ser removido imediatamente por quem preze a ética, a dignidade e a justiça.
É meu dever de cidadão multiplicar por mil a minha indignação. Se um judeuzinho de merda considera que os garis brasileiros estejam no "mais baixo da escala do trabalho", talvez nunca tenha se olhado no espelho, talvez nunca tenha se questionado quanto ao papel sujo que o "jornalismo da grande mídia" presta ao povo brasileiro.
Precisamos de mais garis, de muitos brasileiros capazes de varrerem a sujeira do tipo Boris Casoy e do jornalismo da Band para fora deste país!
Lamentavelmente a Bandeirantes mostra a sua cara... e é suja!
Este "destempero" foi enviado à TV Bandeirantes na noite de hoje. Nada contra os judeus (daqui a pouco me chamam de xenófobo), mas tudo contra os calhordas, canalhas, cretinos e hipócritas que, como este infeliz querem cercear nosso direito cidadão de controlar o que eles podem ou não fazer com uma concessão pública. Gente deste tipo independe de cor, raça, religião ou qualquer outro rótulo... Gente assim nem é gente!
Isto é uma vergonha! E, a propósito: Boris Casoy não esconde sua admiração e orgulho de ser da "elite branca", nem o apoio a seu candidato, José Serra! Nem ele ou a Band escondem a escolha feita a partir de São Paulo...
O Brasil realmente precisa de mais garis! Hora de varrer o lixo que os maus ventos nos trazem!
(ninguém melhor que o "Sorriso" para colocar Casoy no lugar que lhe cabe por direito...)
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Boris Casoy mostra quem é ao humilhar garis
O apresentador do Jornal da Band, Boris Casoy, finalmente conseguiu mostrar quem é de verdade: um sujeito preconceituoso, intolerante e mau-caráter. Esses não tão nobres atributos foram revelados por ele mesmo, quando, na noite do último dia 31, fez comentários ofensivos às sinceras e humildes felicitações de Ano Novo dadas por dois garis. As palavras do "âncora" da Band, vazadas por um microfone aberto, foram exatamente as que se seguem:
Isso, sim, é uma vergonha... Senhor Boris Casoy!
*Editor-geral do Terra Brasilis.







