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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Rafinha Bastos dá uma de "frouxo" diante de Luciano Huck

Rafinha Bastos diz que errou e pede desculpas a Luciano Huck


"Personifiquei a minha ira contra a hipocrisia do planeta na figura do Luciano Huck", escreveu o humorista Rafinha Bastos, na noite desta segunda-feira (3) na sua página no Facebook, em um pedido de desculpas a Huck. Rafinha havia escrito uma carta xingando o apresentador por ter dirigido alcoolizado e ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. 

"Dirigir alcoolizado é um crime grave e este deveria ser o tema do meu post. Acabei transformando o caso em um palanque para despejar uma série de ofensas pessoais contra o trabalho do apresentador. Atitude desnecessária. Feia. Eu poderia ter exposto a minha opinião de uma forma muito mais inteligente e eficiente", traz o post do humorista.

Rafinha Bastos afirmou ainda que o pedido de desculpas nada tem a ver com o processo que Huck moverá contra ele. "Não sei se haverá algum processo judicial contra mim. Não é esta a questão. Estou aqui apenas para deixar claro que desta vez sinto que me equivoquei", disse.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Rafinha Bastos: o bad boy agora chora... lágrimas de crocodilo [medo de perder dinheiro com processos]

Rafinha chora em entrevista a Marília Gabriela 

Por Jussara Teixeira 

O humorista Rafinha Bastos gravou programa em que concedeu entrevista à jornalista Marília Gabriela no programa “De Frente com Gabi” e se emocionou em frente às câmeras quando falou sobre seu pai.

O humorista, que se envolveu em uma polêmica por causa de uma piada maliciosa dirigida à cantora Wanessa Camargo e seu bebê, sofrendo por isso hostilidade da imprensa e público, além de processo civil e criminal, disse que seu pai foi penalizado por causa disso.

"De todo esse processo a única coisa que me preocupou foi o meu pai. As únicas vezes em que eu realmente me emocionei foi por ele. Meu pai está em Porto Alegre tomando pedrada atrás de pedrada. Minha preocupação é o meu pai me ligando triste, não pelo o que ele vê, mas pelo que ele sente", disse ele, segundo o F5.

Rafinha disse que depois de dizer a piada ao vivo no CQC pela Band, em setembro do ano passado, chegou a enviar email pedindo desculpas ao casal Wanessa e Marcus Buaiz.

"Pra esse cara [Marcus Buaiz, marido de Wanessa] eu mandei um e-mail e pedi desculpas. Eu já tive mulher grávida em casa e eu entendo ele."

Avalanche de críticas

Após fazer a piada em de nacional, Rafinha sofreu uma avalanche de críticas pelo teor do comentário, e ainda perdeu contratos publicitários.

Depois de afastado sumariamente pela Band do programa comandado por Marcelo Tas, ele pediu demissão da emissora e especulações começaram a surgir sobre qual seria seu novo emprego.

A última notícia já confirmada é que o humorista irá comandar uma atração na Rede TV! Que será uma versão brasileira de Saturday Night Live, o tradicional humorístico da televisão americana.

O programa irá ocupar o horário deixado pelo pânico na TV, que migrou para a Band. Apesar do nome, a atração deverá ir ao ar nas noites de domingo.

Rafinha se fez conhecido pelas piadas politicamente incorretas. Mas ele garante que seu objetivo é só fazer graça. "Meu objetivo nunca foi "bater" em ninguém. Só fazer graça", disse.

O programa “De Frente com Gabi” vai ao ar no próximo domingo, 25 de março.

CP


sábado, 17 de março de 2012

Rafinha Bastos chama Bruno Mazzeo de "bundão"

Rafinha Bastos chama Bruno Mazzeo de 'bundão'. (Foto: Agência Estado)

Rafinha Bastos afirmou na rede social Facebook que Bruno Mazzeo “atenta contra a própria profissão”. Isso porque o filho de Chico Anysio criticou o humorista Felipe Hamachi, envolvido em polêmica no stand-up “Proibidão” ao comparar negros com macados e ofender o tecladista da banda que tocava vinhetas do show. As informações são do Blog do Mauricio Stycer.

“Chamar um negro de ‘macaco’, como fez o rapaz semana passada em Sampa, o que gerou até policia, não tem nada a ver com humor”, escreveu Mazzeo na manhã de sexta-feira (16). Veja a crítica de Mazzeo:
"Há muito tempo eu vivi calado, mas agora resolvi falar. Os caras do stand up são muito unidos, tanto na hora de falar o que quiserem, quanto na hora de se revoltar quando sofrem críticas. O termo 'politicamente incorreto' virou salvo conduto para se acharem no direito de falar qualquer coisa. E, quando criticados, se unem para dizer que há censura. Não há. Censura é não poder falar. E todos eles podem falar o que bem entenderem, tanto que andam fazendo isso, aqui e ali, em bares e no Twitter. Desculpem-me todos, mas chamar um negro de 'macaco', como fez o rapaz semana passada em Sampa, o que gerou até policia, não tem nada a ver com humor. Não tem crítica, como necessita o humor. Não tem graça, como necessita mais ainda o humor. É apenas agressividade. Como foi com a piadinha de Auschwitz tempos atrás. Como são todas as (mesmas de sempre) que vivem fazendo com Preta Gil, por exemplo. Se eu mandar meu síndico “tomar no **”, não estarei sendo politicamente incorreto. Estarei apenas sendo mal educado"

Rafinha Bastos defendeu o colega Hamachi no final da tarde: “Teu texto atenta contra a tua própria profissão, amigão”. Leia o comentário de Rafinha na íntegra:
“Não gostarem da piada, acho justo. Processarem o comediante, acho justo. Odiarem a família dele, acho justo. Mas pegue o meu exemplo. Estou:
- Proibido por lei de fazer certos comentários sobre determinados grupos de pessoas;
- Perdendo processos judiciais;
- Ameaçado de ir parar na cadeia (sim, essa possibilidade ainda não está descartada).
Você não acha que é preciso fazer uma análise profunda sobre a questão da liberdade de expressão?
Teu texto atenta contra a tua própria profissão, amigão.
Não julgo se a piada foi boa, ou não. Piadas precisam de contexto e só quem tem isso é quem estava no local, mas venho aqui dar o meu apoio ao comediante Felipe Hamachi.
Acerte, erre, mas não seja Bruno Mazzeo, digo, bundão.”

OMG 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

DVD de Rafinha Bastos com piadas ofensivas aos deficientes físicos e mentais é proibido pela justiça

Piadas ofensivas em relação aos deficientes físicos e mentais: Justiça proíbe a venda de DVD de Rafinha Bastos

A Justiça de São Paulo concedeu liminar que proíbe a venda do DVD A Arte do Insultos, do humorista Rafinha Bastos. 

No DVD, ele faz piadas ofensivas em relação aos deficientes físicos e mentais. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae São Paulo) entrou com ação cível para que a circulação e a venda do DVD fosse proibida. 

Foi o secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, Marcos Belizário, quem incentivou a Apae a entrar com a ação.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pela primeira vez na história do Direito brasileiro, um bebê, ainda no ventre materno, entra com uma ação de indenização por danos morais.

Reprodução


É com uma frase do filósofo grego Aristóteles que o casal Wanessa Camargo e Marcos Buaiz inicia a querela judicial contra o humorista Rafinha Bastos. “As pessoas que tendem para o excesso na arte de gracejar são considerados bufões vulgares, esforçando-se para provocar o riso a qualquer preço”, ensinava o mestre grego. Citando Aristóteles, o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, um dos mais tradicionais de São Paulo, pede uma indenização de R$ 100 mil por danos morais causados pelo humorista ao casal e ao próprio bebê, ainda no ventre de Wanessa – “a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”, lembra o advogado.
Pela primeira vez na história do Direito brasileiro, um bebê, ainda no ventre materno, entra com uma ação de indenização por danos morais. “Consorciado aos pais, os autores MARCUS e WANESSA, também o nascituro por eles gerado adere ao polo ativo dessa impetração ressarcitória”.
Para quem não se lembra, a “piada” de Rafinha Bastos atingiu os pais e também o feto. “Comeria ela e o bebê”, disse Rafinha, no CQC, programa do qual já se demitiu.
Fornicação
Na petição, Manuel Alceu recorre a expressões de efeito para desqualificar o humorista. Cita a sua “cafajestice chinfrim” e fala que ele parlapateou sua vontade de com ela (Wanessa) fornicar, chegando ao inimaginável cúmulo de nessa cópula abranger ao bebê. O advogado lembra ainda que, após o episódio, na sua conduta posterior, o humorista não demonstrou qualquer sinal de arrependimento em relação ao que disse.
Além dos R$ 100 mil, o casal Marcos Buaiz, Wanessa Camargo e seu bebê reivindicam ainda que Rafinha pague até as custas do advogado da família – ou seja, do próprio Manuel Alceu.
Esta petição, à qual o leitor do 247 tem acesso em primeira mão, tem a data de hoje.
Nos próximos dias, sairão do forno as ações criminais.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ministra Iriny Lopes: “No caso Gisele, a censurada fui eu.”


Na quinta-feira, dia 13, o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) vai avaliar se tira ou não do ar a propaganda da Hope com a modelo Gisele Bündchen. Autora da polêmica representação contra a peça de publicidade, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, rejeitou o título de censora e disse ao iG que, nesse episódio, a verdadeira censurada foi ela.

De acordo com a ministra, a polêmica em torno do tema foi desproporcional, e ela só utilizou uma ferramenta do “estado democrático de direito” para que o Conar julgue se a propaganda colocava ou não a mulher numa posição de subalternidade.

“O mérito do debate não foi feito. As pessoas podem concordar ou discordar de nossa opinião [...] em vez disso optaram por um viés de discussão se é ou não censura. Eu, na verdade, me senti censurada”, disse.

Fazendo referência à propaganda de Gisele, na qual a modelo usa só calcinha e sutiã para dar notícias ruins ao marido, a ministra disse que já bateu o carro de seu companheiro e ensinou o jeito “correto” de se dar esse tipo de notícia.

A ministra também defendeu uma menor erotização da mulher nas propagandas brasileiras, mas garantiu que sua reação à campanha da Hope nada tem a ver com a beleza de Gisele Bündchen. “Isso não é argumento [...] poderia ser qualquer modelo”.

Na entrevista, Iriny ainda criticou o humorista do CQC Rafinha Bastos, que numa piada sobre a cantora grávida Wanessa Camargo disse que comeria ela e o bebê. “Foi um ato absolutamente agressivo [...]. Mas não posso tomar uma iniciativa [contra o humorista], pois [Wanessa] não nos procurou”.

Por fim, Iriny negou que tenha tentado tirar do ar o humorístico Zorra Total e disse que os pedidos para que a novela Fina Estampa, da Globo, mudasse sua trama para divulgar a Lei Maria da Penha foi uma simples “sugestão”.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Rafinha não dançou por machismo, mas por mexer com gente rica

O integrante do CQC, que fez piada de péssimo gosto com Wanessa Camargo, já falara coisas piores. Agora mexeu com esposa de milionário, que ameaçou tirar anúncios da TV Bandeirantes. Ninguém classificou caso como atentado à liberdade de expressão. Já quando ministra condena comercial de lingerie machista, o coro é um só: “Censura”!

Por Gilberto Maringoni*

Qual é o problema com a suposta piada de Rafinha Bastos? Ele antes já exibira todas as cores de seu mau gosto e nada acontecera.

Todos conhecem a pérola, não? O apresentador aproveitou-se de uma bola levantada pelo chefe da cena do programa Custe o que Custar (CQC), Marcelo Tas, sobre a gravidez da cantora Wanessa Camargo, e cortou ligeiro: “Eu comeria ela e o bebê, não tô nem aí”. Foi logo acompanhado por risos e caretas de seus colegas de vídeo, Tas e Marco Luque.

A grosseria foi ao ar dia 19 de setembro. A TV Bandeirantes, que exibe o programa, levou duas semanas para decidir o que fazer. Em 3 de outubro, o apresentador foi suspenso da bancada. Não se sabe se voltará.

Não foi a primeira vez que Rafinha exerceu sua – digamos - sutileza. Em entrevista à revista Rolling Stone, em maio de 2011, ele saiu-se com esta: “Mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade”.

A gracinha com as feias não rendeu ao gaúcho de dois metros de altura nada além de protestos de movimentos femininos. Mas a liberdade com a cantora custou-lhe até agora, além do posto no programa, o cancelamento de shows e o rompimento de alguns contratos de publicidade. Rafinha perdeu grana com a brincadeira.

Pensamento vivo

Repetindo: qual o problema com as tiradas do rapaz de 34 anos, num universo midiático em que o mau gosto, a boçalidade e o “politicamente incorreto” passaram a ser valores em si?

Rafinha vive num tempo em que as demonstrações de preconceito, como as do apresentador de outro programa de entretenimento da mesma emissora, Boris Casoy, não têm consequências maiores. Todos se recordam da fineza do jornalista ao desqualificar dois garis que apareceram em seu programa para desejar boas festas, no final de 2009. Sem saber que os microfones estavam abertos, ele foi ao ponto: "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho".

O artista do CQC também sabe que o pensamento vivo de gente como o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) recebe destacada acolhida em grandes meios de comunicação. Sua entrevista à revista Playboy, em junho último, é pródiga em preciosidades. Segue um exemplo: “Moro num condomínio, de repente vai um casal homossexual morar do meu lado. Isso vai desvalorizar minha casa!”.

Outro luminar da intelectualidade midiática, o ex-compositor Lobão, por sua vez, exibiu os músculos cerebrais em um festival de cultura em São Francisco Xavier (São José dos Campos, SP), também em junho. Após demonstrar criteriosamente que toda a música popular brasileira não tem nenhum valor, ele sentenciou: “A gente tinha que repensar a ditadura militar. Essa Comissão da Verdade que tem agora. (…) Que loucura que é isso? Aí tem que ter anistia pros caras de esquerda que sequestraram o embaixador, e pros caras que torturavam, arrancavam umas unhazinhas, não?”.

Os exemplos são infindáveis. Rafinha provavelmente é leitor de Reinaldo Azevedo, o blogueiro de Veja, que, em março de 2010, durante uma palestra no afamado Instituto Millenium, em São Paulo, externou sua particular concepção de liberdade de expressão: “A imprensa tem que acabar com o isentismo e o outroladismo, essa história de dar o mesmo espaço a todos”. Na mesma oportunidade, o cineasta aposentado Arnaldo Jabor lançou o desafio de “impedir politicamente o pensamento de uma velha esquerda que não deveria mais existir no mundo”. Impedir o pensamento... muito bom!

A baixaria televisiva contaminou até mesmo as campanhas eleitorais. Continuam na memória de todos os ataques da campanha de José Serra à Dilma Rousseff, em 2010, sobre o tema do aborto. Em Nova Iguaçu (RJ), Monica Serra, esposa do então candidato tucano, disse o seguinte sobre a petista: "Ela é a favor de matar as criancinhas".

Dois anos antes, a campanha de Marta Suplicy (PT) à prefeitura de São Paulo já havia colocado em dúvida a sexualidade de seu oponente, ao dizer: “Você sabe mesmo quem é o Kassab? Sabe de onde ele veio? Qual a história do seu partido?” Em seguida, aparece a foto do prefeito: “Sabe se ele é casado? Tem filhos?”

Bem acompanhado

Rafinha está em boa companhia. Deve se sentir incentivado para exercer seu rosário de preconceitos. Provavelmente pensa estar “quebrando paradigmas”, investindo contra o estabelecido e externando uma rebeldia adolescente, que lhe granjeia grande popularidade e bons cachês.

Ridicularizar e humilhar quem tem poucas chances de se defender, em uma sociedade com desigualdades abissais como a brasileira, é um grande negócio. Prova isso a lista de clientes dos shows do moço, que constam de sua página na internet. São elas Votorantim, Bosch, Agroceres, LG, HP, Ernst & Young, IBM, Banco Real, Vivo, Springer Carrier, Cargil, Unilever, Motorola, Chevrolet, Sherwin Williams, Valor Econômico, Bunge, GNT (Globosat), Jornal O Estado de S. Paulo, Coca-Cola, Bradesco, ESPM etc. Segundo a Veja, ele foi visto em mais de 730 comerciais somente neste ano.

Rafinha faz parte de uma tendência do humor televisivo, que se abriu após a chegada dos humoristas do Casseta e Planeta ao vídeo. A linhagem envolve também o programa Panico (da Rede TV!) e outros imitadores, além do Zorra Total, da Globo. Todos se dizem distantes da política, independentes e praticantes de um humor anárquico e sem freios. Nem mesmo a participação de Marcelo Tas como palestrante em um encontro da juventude do DEM, em novembro de 2008, ou de Marcelo Madureira nas palestras hidrófobas do Instituto Millenium, os comprometem, segundo eles, com ideias que não as próprias.

Acima da cintura

Num panorama desses, repetimos: qual o problema de Rafinha Bastos?

O problema é que o garoto bateu acima da cintura.

Tudo bem desancar garis, a esquerda que foi à luta nos anos da ditadura, exaltar a parcialidade da imprensa e atacar homossexuais e outros grupos vulneráveis.

Não pode é investir contra o topo da pirâmide social.

Rafinha cometeu esse pecado. Wanessa Camargo é casada com Marcus Buaiz, 31 anos, herdeiro de um dos maiores conglomerados empresariais do Espírito Santo, o Grupo Buaiz, que completa 70 anos em 2012. O grupo é formado pela TV Vitória (afiliada da Rede Record), por duas rádios, pelo Nova Cidade Shopping Center, por várias empresas de alimentação (Café Número Um, Moinho Três Rios e Moinho Vitória), pela Buaiz Importação e Exportação, pela incorporadora Meca e pela Automóbile Comércio de Veículos, entre outras.

Marcus Buaiz transferiu-se para São Paulo, onde é proprietário de casas noturnas e restaurantes, além de uma empresa de marketing esportivo, a 9INE, em parceria com o ex-jogador Ronaldo Fenômeno. Segundo o jornal A Gazeta, de Vitória, o empresário e seu sócio teriam ameaçado tirar anúncios do programa, após a performance de Rafinha Bastos. “Um comercial de 30 segundos no CQC custa 130 mil reais. Já um merchandising pode custar de 240 mil a dois milhões e 400 mil reais, sem incluir cachês”, diz a publicação.

Com tudo isso, a Bandeirantes podou Rafinha Bastos de sua programação.

Dois pesos

O curioso da história é que intenção semelhante, de retirada de um comercial de lingerie do ar, por parte da ministra da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes (PT), foi classificada como censura por colunistas de imprensa e até por colegas seus na Esplanada dos Ministérios.

Na peça, em três versões, Gisele Bündchen faz as vezes de uma esposa prestes a dar uma péssima notícia ao marido: estourou o limite do cartão de crédito, bateu o carro ou informa que sua mãe virá morar com eles. É um machismo digno dos anos 1950. Os publicitários da agência Giovanni+DraftFCB devem ter achado o máximo a própria criação. No clima de boçalidade modernosa, não há problema na mulher bonita, mas dependente do marido provedor, invocar seus atributos eróticos para conseguir o que quer.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a representante governista assim se manifestou: “A propaganda caracteriza como correto a mulher dar uma notícia ruim apenas de lingerie e errado estar vestida normalmente. Essa definição de certo e errado caracteriza um sexismo atrasado e superado”.

A ação da ministra está a quilômetros de distância das ameaças que teriam sido feitas pelo marido de Wanessa Camargo ou pela ação da Bandeirantes, que sem mais tirou Rafinha do ar. Iriny apenas solicitou ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) a suspensão da peça publicitária.

O mundo desabou sobre sua cabeça, com insinuações sobre estética feminina e inveja da modelo.

O caso Rafinha Bastos é pedagógico. No Brasil, além das mulheres, qualquer minoria pode ser atacada. Menos uma: a minoria dos endinheirados.

*Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista, é doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP) e autor de “A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez” (Editora Fundação Perseu Abramo).

Fonte: Carta Maior

'Chupa o meu grosso e vascularizado cacete', diz Rafinha Bastos à repórter


Rafinha Bastos respondeu com palavrões a uma repórter da coluna de Mônica Bergamo, da "Folha", ao ser questionado sobre as piadas que fez em um show de stand up, realizado neste domingo em São Caetano do Sul, em São Paulo.

Por e-mail o humorista respondeu: "chupa o meu grosso e vascularizado cacete". A pergunta foi enviada nesta manhã ao ex-apresentador do "CQC", afastado depois das piadas com a cantora Wanessa, mas ele só respondeu após o fechamento da coluna.
A repórter pediu a Rafinha que explicasse a declaração que fez em São Caetano do Sul. Durante o show, ele fez piadas com o ator Fábio Assunção e com a empresa de telefonia móvel Nextel, que o contratou para anúncios publicitários.
"É celular usado por traficante, e o pior é que eles sabem disso. Não é à toa que têm Fábio Assunção como garoto-propaganda", disse Rafinha.
O ator que já usou drogas, foi afastado do trabalho e chegou a ser internado para tratamento médico, não quis se manifestar sobre os comentários do humorista.
E a Nextel, disse que acredita "em personalidades como Fábio, que superam limites e que constroem uma nova história de vida. E, principalmente, em todo ser humano que acredita na transformação e na evolução".

Fonte: SRZD

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Liberdade de expressão enquanto álibi dos desonestos

Por LEN*

Confesso a vocês que não vejo CQC, leio O Globo ou a Folha de São Paulo para ficar incomodado com as sandices ditas por Rafinha Bastos e Marcelo Tas ou com as charges apelativas que o NANI fez no ano passado com a Presidente Dilma Rousseff (veja aqui) ou com que o Chico Caruso fez nessa semana com a Corregedora Eliana Calmon (veja aqui). Tomo conhecimento destas asneiras através da repercussão em redes sociais e por algumas poucas compilações da velha mídia que ainda consulto.

Honestamente, apesar de não me surpreender muito (com exceção do Chico), eu dou pouca ou nenhuma importância para essas manifestações estúpidas, primeiro porque não podemos esperar dos autores qualquer vestígio de bom senso; e, segundo, porque estamos apenas valorizando e dando mais repercussão ao lixo, além de destacar o autor de uma idiotice.

O que realmente me chateia e me incomoda é a insistência na desonestidade intelectual de uma suposta defesa da liberdade de expressão para justificar e esconder a incompetência para fazer humor, a falta de educação, o mau gosto e o desrespeito por minorias. Um mantra que perdoa tudo e exime o autor de merecidas críticas.

Mas por que diabos falam em liberdade de expressão nesses casos? Estão por acaso tentando calar ou impedir alguém de se expressar? a reação das pessoas em relação às piadas apelativas e desrespeitosas é sintoma inequívoco de que a liberdade de expressão no país está em plena vigência e não uma tentativa de limitá-la.

Mas o que queriam? Que não houvesse reação às suas manifestações? Que tipo de democracia eles idealizam? Aquela na qual jornalistas e humoristas não podem ser criticados sob risco de ofensa à liberdade de expressão? Um jogador de futebol pode ser criticado se jogar mal, mas se o humorista fizer uma piada sem graça ou desrespeitosa fica imune porque é “liberdade de expressão”?

Eu já escrevi aqui diversas vezes: quem se manifesta ou se expressa de alguma forma está colocando a cara à tapa e deve esperar por críticas e reações. Algumas pessoas por não entenderem o significado real da democracia são pouco afeitas a receber críticas, acham que podem entrar em uma redoma para se proteger de fracassos e insucessos.

A choradeira para transformar a liberdade de expressão como álibi para imunizar algumas categorias de críticas já está se tornando intragável. Por falta de capacidade ou arrogância para perceberem que as suas manifestações não agradaram e simplesmente se desculparem pelo erro, eles preferem passar por pretensas vítimas da “censura do politicamente correto”. E o pior que muita gente boa embarca nessa canoa furada, hipnotizados pelo canto da sereia dos desonestos.

Estas pessoas que tentam confundir as outras como falsos defensores da liberdade de expressão possuem, na sua maioria, histórico que desautoriza essa pretensão. Felizmente as pessoas reagem às charges apelativas e às piadas de mau gosto, isso mostra que a sociedade tem senso crítico. A liberdade de expressão não é privilégio de algumas categorias que se consideram especiais e acima das outras, e é exercida inclusive quando a sociedade repudia algo grosseiro e agressivo através de manifestações coletivas.

*LEN é editor-geral do Ponto & Contraponto e coeditor do Terra Brasilis.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Empresário chama Rafinha Bastos de cretino

Sogro de Wanessa chama Rafinha Bastos de cretino

Americo Buaiz Filho
O pai de Marcus Buaiz, Americo Buaiz Filho, publicou no jornal Folha de Vitória, do qual é dono, uma carta aberta sobre o caso Rafinha Bastos. Nela, o empresário condena a piada do humorista envolvendo sua nora Wanessa, na qual dizia "Comeria ela e o bebê": “Como sogro, como pai, como avô, como empresário de comunicação e, principalmente, como cidadão, tenho crença de que a punição 'temporária' de não mais co-apresentar o CQC se torne permanente porque como telespectador foi um prazer não ver um cretino continuar se utilizando de um veículo de massa para satisfazer seu próprio ego”.

Leia na íntegra:

"Festejamos um tempo de novas tecnologias, de informações diversificadas e on line, do acesso ao mundo em tempo real. Assistimos uma geração crescer com novos referenciais (ou sem eles), alterando fronteiras, mas com dificuldades de perceber limites. A imagem frequentemente prevalece sobre a realidade e se projetam idealizações que nos fazem reféns de marcas, de comportamentos, do consumo compulsivo por tudo que nos é "imposto" pelo "outro" que toma um significado supervalorizado. Precisamos de ídolos que traduzam estas expectativas, que representem essa nova linguagem, essa nova forma de nos relacionarmos onde ferramentas como facebook e twitter são indispensáveis.

Rafinha Bastos surgiu (como mais um e de forma intensa) para responder essas demandas.  Irreverente, sem papas na língua, fez da bancada do CQC a tribuna para falar o que pensa, sem medir qualquer conseqüência, e o que muitos gostariam de dizer.  Tornou-se um fenômeno: acompanhado por milhões, capa de revistas, propagandista de sucesso de produtos voltados para os jovens. Foi de forma crescente liberando sua agressividade, seu potencial ofensivo e continuou sendo aplaudido e acreditando que fazer mais do mesmo seria uma fórmula para mantê-lo no “estrelato”. Travestido de crítico do politicamente correto e em nome do humor, se arvore o direito de romper qualquer limite de civilidade e transgredir o limiar do bom senso. Tal como um "viciado" que sente o prazer da droga, mas não consegue avaliar sua capacidade de destruição, seguiu atacando impunimente até que deu efetivas demonstrações de que perdeu o controle. Primeiro declarou que as "mulheres feias não teriam do que reclamar se estupradas e sim ficarem agradecidas". Depois e por último acrescentou ao comentário de Marcelo Tas de que Wanessa Camargo está muito bonitinha grávida que "comeria ela e o bebê. Eu não tô nem aí".

De uma só vez desrespeitou valores sagrados, agrediu mães no seu sublime sentimento de maternidade e pais que tem como missão cuidarem e preservarem seus esperados e indefesos bebês. Perdeu a dignidade, a compostura para não perder a piada infame e de mau gosto.Como sogro, como pai, como avô, como empresário de comunicação e, principalmente, como cidadão, tenho crença de que a punição "temporária" de não mais co-apresentar o CQC se torne permanente porque como telespectador foi um prazer não ver um cretino continuar se utilizando de um veículo de massa para satisfazer seu próprio ego. Os trapezistas não podem acreditar que voam e os criminosos têm que ser colocados à margem da sociedade.

Rafinha, você não está nem aí, mas nós estamos aqui!

Americo Buaiz Filho"

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Durante exibição do CQC, Rafinha Bastos publica fotos no Twitter ao lado de modelos de lingerie

Rafinha ironiza ausência no 'CQC': 'que noite triste para mim'

Durante o programa, humorista postou fotos no Twitter ao lado de modelos de lingerie


O humorista Rafinha Bastos, afastado do programa 'CQC' depois da 'piada' sobre a cantora Wanessa Camargo, foi substituído pela colega Mônica Iozzi. Ele ironizou a sua ausência desta segunda-feira (3). Durante a exibição do programa, Rafinha postou fotos em seu Twitter ao lado de duas belas modelos, dizendo: 'que noite triste para mim'.

Em uma das imagens do comediante, a atração estava sendo exibido ao vivo na Band. O humorista foi afastado após uma declaração pôlemica no programa comandado por Marcelo Tas. No programa do dia 19 de setembro, ele acabou fazendo uma piada sobre a gravidez de Wanessa, afirmando que 'comeria ela e o bebê'.

domingo, 2 de outubro de 2011

Foi decretado: Rafinha Bastos já está comendo capim... Os ruminantes querem distância dele

Rafinha Bastos, o fogo amigo e a Veja São Paulo


Nota da editoria-geral do Terra Brasilis sobre a matéria abaixo:

Todo esse desenlace só ocorre porque a vítima das piadas sórdidas desse psicopata Rafinha Bastos envolveu figurões... Quando o Rafinha fez diversas piadas, de péssimo mau gosto, com o povo simples [negros, pobres, desdentados, homossexuais], era só uma piada, e a "liberdade de expressão" estava garantida na sala de estar da elite brasileira que alimenta esse tipo de comportamento...
E a VEJA, hein? Não entendi porque ela foi citada na matéria... rsrs Ah... E Luque que foi tomado de uma dor de consciência pós-parto? Por que ele riu na hora e, onze dias depois do fato, apresenta-se como um santinho de marré-marré? E o Marcelo Tas entregou o coleguinha às feras... Muy amigo!

Rafinha Bastos está temporariamente fora da bancada do CQC (Band) a partir desta segunda-feira (3/10). A informação é da colunista Monica Bergamo (Folha de S.Paulo).


O motivo é um comentário sobre a cantora Wanessa Camargo durante o programa exibido no dia 19 de setembro. "Que bonitinha que está a Wanessa Camargo grávida", disse Marcelo Tas. "Eu comeria ela e o bebê", afirmou Bastos. Marco Luque, terceiro integrante da bancada do CQC, sorriu.

Na sexta-feira (30/9), onze dias após o ocorrido, Luque enviou uma nota de repúdio para a imprensa. "Sobre a piada feita pelo Rafinha Bastos, no programa CQC que foi ao ar no dia 19 de setembro, eu, como pai, entendo e apoio a revolta e a indignação do Marcus Buaiz, um homem que conheço e respeito. Se fizessem uma piada com este contexto sobre a minha família, certamente ficaria ofendido. Com certeza uma piada idiota e de muito mau gosto".

Luque é garoto-propaganda da operadora de celular Claro, ao lado do ex-jogador Ronaldo - que por sua vez é sócio de Marcus Buaiz, marido de Wanessa, na agência de marketing esportivo 9ine.

No sábado (1/10), a revista Veja São Paulo chegou às bancas estampando Bastos em sua capa: "o novo rei da baixaria".

Segundo a reportagem, Hélio Vargas, diretor artístico e de programação da Band, ligou pessoalmente para Buaiz para se desculpar. "A emissora não gostou da piada e ainda está avaliando um possível afastamento dele do programa", afirma o executivo. Tas condenou o colega de bancada para a revista. "Acho que o CQC precisa superar a adolescência, passar dessa fase de rebeldia sem causa".

Surpreendentemente, o intérprete de Ernesto Varela condena a rebeldia. Ele, que um dia encarnou o fictício jornalista que não tinha medo de fazer perguntas incômodas para políticos. "Muitas pessoas não gostam do senhor, dizem que o senhor é corrupto. É verdade isso, deputado?", perguntou para Paulo Maluf na década de 80.

A suspensão de Bastos, e um provável afastamento definitivo do CQC, pode parecer apenas uma punição para um comentário infeliz e lamentável (é bom ressaltar minha posição). É preciso cuidado antes da análise eufórica. Calar ou domesticar humoristas, exigindo pedidos de desculpas ou pressionando para seu afastamento, pode ser perigoso em um país desacostumado com a democracia em mais de um século de República.

Para a Veja São Paulo, os humoristas se defendem com "o velho discurso da liberdade de expressão". Só quem ignora a História pode acreditar que um princípio tão caro seja arcaico.

A sorte do imbecil Rafinha Bastos está lançada: ele deverá comer [com o devido respeito aos ruminantes] capim no pasto

Depois de piada imbecil, o apologista do estupro Rafinha Bastos pode sair do CQC


A decisão sobre o afastamento ou não de Rafinha Bastos do programa CQC será tomada no domingo, dia 2, durante um almoço, em Paris. Participarão do encontro o vice-presidente Marcelo Meira e o diretor Hélio Vargas, representantes da Rede Bandeirantes, acompanhados dos diretores da Eyeworks Cuatro Cabezas, produtora do programa.

O caso Rafinha Bastos será analisado pelo grupo. A repercussão do que ele disse sobre Wanessa Camargo, que “comeria ela e o bebê” no programa do último 19, foi muito grande, por parte dos familiares da cantora, amigos como o ex-jogador Ronaldo e sua mulher Bia Antony e até mesmo do seu companheiro de bancada Marco Luque.

A princípio, fala-se num castigo, afastamento até segunda ordem para dar uma satisfação à sociedade e ao mercado. No entanto, alguns diretores da própria emissora entendem que sua saída deve acontecer em definitivo.

Na última segunda-feira, 26, os diretores Hélio Vargas e Tadeu Jungle, antes do CQC entrar no ar, tiveram uma conversa séria com Rafinha sobre o lamentável episódio e já naquele momento se cogitava seu afastamento como medida punitiva. E, durante toda a semana passada, os executivos da emissora sempre deixaram claro que o caso ainda não estava totalmente contornado. E é exatamente isso.

Rafinha, nos últimos tempos, teve outras atitudes polêmicas. Foi acusado de fazer apologia ao estupro. “Mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade”, disse. A declaração causou investigação por parte do Ministério Público Federal.

Também houve um episódio com a apresentadora Daniela Albuquerque, com pedidos de desculpas no programa seguinte. Depois da exibição de um vídeo em que Daniela aparecia com dificuldades em falar a palavra “octógono”, durante uma entrevista com o lutador Vitor Belfort, Rafinha resolveu brincar com a apresentadora do “Manhã Maior, da Rede TV!.

“É aí que você vê a paciência de um mestre das artes marciais, porque se fosse eu, naquele momento, já dava uma cotovelada e dizia: ‘É octógono cadela! Põe esse nariz no lugar’”, disse ele.

Clique aqui e aqui para ler mais sobre a piada imbecil desse infeliz.

 

Com informações da Folha on-line


Fonte: BLOG LIMPINHO & CHEIROSO

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Band exige que o mau-caráter Rafinha Bastos peça desculpas a Wanessa Camargo

Band quer que Rafinha Bastos se desculpe a Wanessa, por piada


A Bandeirantes quer que o pessoal do "CQC" se desculpe a Wanessa, por uma declaração sem noção de Rafinha Bastos no programa, feita na semana passada. A informação é da coluna de Keila Jimenez, da "Folha de S.Paulo".

Rafinha causou polêmica ao dizer, no ar, que "comeria" a cantora grávida e o filho dela. De acordo com a publicação, representantes da artista conversaram com a emissora sobre o ocorrido e pediram uma retratação do humorista.

Marcus Buaiz, marido de Wanessa e pai da criança, teria ficado irritado com o comentário.
Vale lembrar que, recentemente, Rafinha teve de pedir desculpas a Daniela Albuquerque, mulher do presidente da RedeTV!, Amilcare Dallevo, após chamá-la de "cadela", em uma piada.

Ainda este ano, ele também foi acusado de fazer apologia ao estupro. "Mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade", disse em um show de stand up, de acordo com reportagem publicada pela revista "Rolling Stone".

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rafinha Bastos sobre a grávida Wanessa Camargo: “Comeria ela e o bebê.”

Via F5

Mais uma do “comediante-apresentador” do CQC. No programa de segunda-feira, dia 19, Bastos, no auge de sua retórica porco-machista, escolheu como alvo a cantora Wanessa Camargo, grávida de cinco meses.

Depois de ouvir o apresentador Marcelo Tas afirmar que a cantora Wanessa “estava bonitinha grávida”, Bastos mandou essa, para surpresa de todos:

– Comeria ela e o bebê. Não tô [sic] nem aí.

Na hora, o colega de bancada Marco Luque baixou a cabeça e cobriu os olhos com as mãos. Temendo o pior, Marcelo Tas contou uma piada para aliviar o clima.

Em maio, Rafinha Bastos se encrencou ao ver reproduzidas numa revista declarações feitas em um de seus shows de stand-up comedy.

Na ocasião, ele disse que “toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c... Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus”.

E foi além, dizendo que o homem “que cometeu o ato merecia um abraço e não cadeia”.

Ele foi investigado por suas declarações polêmicas pelo Ministério Público de São Paulo.

Assista ao vídeo abaixo, mas para não ter o desprazer que eu tive (tomei três comprimidos de Plasil antes pra não vomitar), adiante até os 17:35, momento em que o porco-machista fala sua mais nova pérola da baixaria.



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